DIOGO SANTIAGO – Concatenação [resenha]
por Gustavo Freixeda, escritor e colunista da Revista Navalhista Tudo junto e concatenado: entre o lado A e o lado B da vida Concatenação, de Diogo Santiago, é um livro que …
por Gustavo Freixeda, escritor e colunista da Revista Navalhista Tudo junto e concatenado: entre o lado A e o lado B da vida Concatenação, de Diogo Santiago, é um livro que …
por Andreia Santos, escritora e colunista na Revista Navalhista A Anatomia da Fúria e a Metamorfose da Dor: Caçadoras de Narcisistas Caçadoras de Narcisistas, de Ricardo Augusto Esposto é uma …
por Mayk Oliveira, poeta e colunista da Revista Navalhista O lirismo em formação: o espelho da juventude poética Nos bastidores do mundo literário não é raro ouvir que poetas jovens …
por Soraya Viana, professora, tradutora e colunista da Revista Navalhista. Insalubridade familiar em gomos suculentos O termo “síndrome da boazinha”, popularizado pelo livro homônimo da psicoterapeuta estadunidense Beverly Engel, descreve …
por Gustavo Freixeda, escritor e colunista da Revista Navalhista Entre cacos e frestas: a poética do provisório em Prosas miúdas, algumas mudas A plaquete ocupa um lugar curioso no universo da …
por Soraya Viana, professora, tradutora e colunista da Revista Navalhista. Dos subterrâneos do cotidiano: Quando vem à tona o disparate nosso de cada dia O que podem ter em comum um …
por Soraya Viana, professora, tradutora e colunista da Revista Navalhista. Poética da invisibilidade De acordo com levantamento recente da Ponte Jornalismo, há subnotificação dos casos de morte de pessoas em …
por Gustavo Freixeda, escritor e colunista da Revista Navalhista. O rapaz latino-americano de Belchior é uma figura indelével da cultura do país. Como chegou a esse patamar? Bem, suas notas e …
por Mayk Oliveira, poeta e colunista da Revista Navalhista O enigma do tripé: ponha poesia na sua moringa Desde a antiguidade, o ser humano buscou compreender a vida e o …
por Andreia Santos, escritora e colunista na Revista Navalhista (perfil completo) Um minimalismo estrondoso: Declaro-me: o sopro das rosas Intenso, delicado, profundo e sutil, como conseguiu ser tão paradoxal assim? …