LAÍS EFSTATHIADIS – 4 poemas
E AQUI TANTOS ROSTOS palavras que percorrem rostos pela linguagem do traço e cumplicidade da íris. Enxergar rostos apagados como espelhos, paradoxos, entre tragicomédias e a veracidade de um …
E AQUI TANTOS ROSTOS palavras que percorrem rostos pela linguagem do traço e cumplicidade da íris. Enxergar rostos apagados como espelhos, paradoxos, entre tragicomédias e a veracidade de um …
palhaço é quem espera Genérico material e concreto sob o sol vejo que o mundo é uma árvore de fantasmas (ou há subjacente ao mundo uma árvore mandando para …
por Mayk Oliveira poeta e colunista da Revista Navalhista Raios e santas na tempestade Uma escritora tem a potência de escrever um livro. Mas também possui a potência de não …
Um dia Um dia serei, uma foto guardada Amarelada, esquecida em algum baú Serei apenas uma voz calada Sem som, sem palavras Que insiste em ficar Nem mundo que …
João Maria nem ouviu o despertador, tão pesado que dormia naquela manhã de segunda-feira. O alarme tocou no horário em que tocava todo dia. O equipamento não desiste e tocou …
Doce olhar Retornara a face infante e, com ela, o medo e a solidão. Encolhia os ombros, baixava os olhos suplicantes como quem busca refúgio ou salvação no silêncio …
REVISTA NAVALHISTA – Ao longo do seu livro Poéticas do Cuidado, das brevidades e das suturas (Editora Folhas,2025), o cuidado aparece além de ato afetivo, também como uma prática que …
por Mayk Oliveira poeta e colunista da Revista Navalhista Depois do abismo: poesia diante da brutalidade O filósofo alemão Theodor W. Adorno (1903–1969), um dos principais teóricos da Escola de …
Última pétala Como brincadeira usava as pétalas, Desfazia-se, Sou amada, Não sou amada, Sou amada, Não sou amada… Última pétala. Resposta supostamente esperada: NÃO SOU AMADA! Tudo premeditado, Destino …
o problema do meu amor constantemente sinto essa necessidade de ser amada mesmo quando nem eu consigo amar alguém é como querer ser curada, mas não saber curar …