Cruzando a “Avenida vazia” com Leandro Aparecido de Souza
Por Adriana de Freitas* “ainda senti o hálito dele. como se eu fosse um espelhoqueembaçasse.” “Avenida vazia” , de Leandro Aparecido de Souza, é uma obra poética que parece um livro, mas …
Por Adriana de Freitas* “ainda senti o hálito dele. como se eu fosse um espelhoqueembaçasse.” “Avenida vazia” , de Leandro Aparecido de Souza, é uma obra poética que parece um livro, mas …
por Gustavo Freixeda, escritor e navalhista assistente (perfil completo) Há livros de poesia que se apresentam como um conjunto de poemas independentes, soltos, unidos (se tanto) pelo estilo da pessoa …
Gustavo Freixeda é jornalista, escrevendo principalmente sobre cultura (Revista Amarello e outros veículos). Além disso, atua como redator publicitário, tradutor e roteirista. É autor do livro Tudo aquilo virou isso, …
por Amanda Fievet Marques, escritora e navalhista assistente (perfil completo) O primeiro folhear de páginas da antologia poética Livro dos 50, de Lausamar Humberto produz um súbito encantamento. Cada poema …
por Andreia Santos, escritora e navalhista assistente (perfil completo). Monique Malcher deixa as palavras cortantes em Flor de Gume, a paraense neste livro de estreia faz um grande mosaico. Entre …
Andreia Santos é graduada em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), especialista em Literatura e Estudos Culturais (UEPB), mestre e doutora em Literatura e …
Amanda Fievet Marques é pesquisadora de pós-doutorado no Depto. de Letras Modernas do IBILCE/UNESP, com financiamento da FAPESP. É doutora e mestra em Teoria e História Literária pela Unicamp.
Antes de entrarmos nos poemas de Ano que vem, eu vou (Inviável Editora, 2021), destaco três coisas sobre o objeto-livro. A primeira é sobre o projeto gráfico: as páginas não …
A poesia de Carlos Galdino é como um fluxo contínuo que nos transporta, conectando espaços e experiências com naturalidade e precisão. Ela não apenas comunica com facilidade, mas também pulsa, …
A primeira vez que li o “Calígula” de Albert Camus foi em 2018, numa tradução para o espanhol. Lembro-me das motivações: com Deleuze, refletia sobre a questão “O que pode …