NAVALHAR É PRECISO – BRUNA ESTEVES [entrevista]
REVISTA NAVALHISTA – Embora Vidas Baianas (Ed. Autora, 2025) não apresente uma divisão explícita em atos, é possível perceber um movimento interno que sugere uma espécie de progressão: os contos …
REVISTA NAVALHISTA – Embora Vidas Baianas (Ed. Autora, 2025) não apresente uma divisão explícita em atos, é possível perceber um movimento interno que sugere uma espécie de progressão: os contos …
Depois da serra e da Cidade das Pontas, dos arcos grandes espalhados pelo centro movimentado e das barraquinhas de tapioca e cocada da dona Cida, que exibiam as cores mais …
Não se atropela as graças de um voo divino qualquer. Não é assim que se sucede, não é assim tão leve e de bom tom. Não se sugere, não se …
Sentadas à mesa da sala de estar, próximo do alvorecer de um novo dia, uma senhora já com avançada idade e uma jovem moça conversam enquanto bordam e tomam chá. …
A solidão é péssima conselheira. Pessoas solitárias são capazes de quase qualquer coisa. Elas compram passagem para cruzeiros de coletividades solitárias, frequentam grupos de ajuda, fazem churrasco e pagam cerveja …
por Mayk Oliveira, poeta e colunista da Revista Navalhista Desvios e formas de reexistências inventadas Roland Barthes, após a morte de sua mãe, Henriette Barthes, publica um conjunto de fragmentos …
“Você já ouviu a história da dama do mar?” O menino estava sentado na areia e terminava de passar o protetor solar quando foi surpreendido pela pergunta. Deixou escapar um …
No fim da festa, a cidade inteira parecia pulsar. Um sábado qualquer, ou talvez um domingo prestes a acontecer, quem saberia? Da varanda de um sobrado antigo, luzes dançavam no …
Sábado. Noite de céu nublado. A cidade que jamais para, mantém seu ritmo. O bar se apresentava um tanto vazio, clientes aqui e bem acolá. Uma que acabou de entrar …
Estou na sacada da sala com um copo meio cheio de gim na mão. As luzes estão apagadas. As pedras de gelo que coloquei no copo já derreteram faz um …