Quando eu te chamar de amor
Quando eu te chamar de amor,
você pode ter certeza,
de que és a minha força,
de que és minha fraqueza,
de que és gota de chuva,
mas podes ser correnteza,
que presente, és alegria,
mas distante, és tristeza,
que tarefas impossíveis,
para nós, vira moleza,
que diabos da Tasmânia,
podem agir com sutileza,
e que, sim, a atitude
é a casa da beleza.
Leitura
A leitura é um processo de melhoria do eu.
Então, não é porque determinada pessoa leu todos os clássicos brasileiros, russos e espanhóis que ela se tornou “melhor” do que você, mas, após essas leituras, ela, certamente, se tornou melhor do que era antes.
Terra de Ninguém
Nesse mundo, Terra de Ninguém,
onde o amor desistiu e perdeu,
encontrou uma fagulha de bem,
quem tem alguém pra chamar de seu.

Breno Ferreira, Nuancista ou Aprendiz, tem as palavras como amigas guardiãs, a leitura como o maior de seus fascínios e a escrita como o antídoto do esquecimento. Nascido em São Joaquim do Monte, no dia 16 de março de 1996, e adotado por Caruaru no ano 2000 (ambas cidades pernambucanas), Breno serve ao Pai Eterno, ensina Língua Inglesa, se aventura na Pixel Art, escreveu o livro Eco Perpétuo (2025) e se apaixona por diversas formas de arte, enquanto interage com seres de papéis fundamentais em sua jornada espiritual, terrena e literária.
